China pede esforços conjuntos para combater terrorismo

2021-12-24 10:32:47丨portuguese.xinhuanet.com

Beijing, 24 dez (Xinhua) -- A comunidade internacional deve fortalecer a solidariedade e unir as mãos no combate ao terrorismo, disse o ministro assistente das Relações Exteriores, Wu Jianghao.

As lições de efeito bumerangue ainda estão frescas na memória, e devem ser aprendidas de coração, disse o oficial nesta quarta-feira na cerimônia de abertura do Segundo Seminário Internacional Antiterrorismo em Beijing.

Observando que o ano de 2021 testemunhou o ressurgimento das atividades terroristas internacionais, Wu assinalou que alguns países transformaram o contraterrorismo em uma ferramenta política, fazendo acusações infundadas contra as medidas legítimas de contraterrorismo e desradicalização tomadas pela comunidade internacional. "Eles até exploraram forças terroristas para fazer avançar seus próprios interesses geopolíticos, o que só alimentará o ressurgimento do terrorismo."

Wu observou que este ano, a situação no Afeganistão mudou drasticamente. Grupos terroristas como o ISIS, Al-Qaeda e o Movimento Islâmico do Turquestão Oriental (ETIM, em inglês) têm usado o caos na região para expandir sua presença e criar problemas.

"Por seus próprios interesses políticos, certos países tentaram limpar o nome do ETIM, uma organização terrorista listada pelo Comitê 1267 do Conselho de Segurança da ONU", disse Wu. "Espera-se que todos os países reconheçam plenamente a natureza violenta e terrorista do ETIM, e trabalhem com a China para reprimir resolutamente o grupo.

A China insta a comunidade internacional a promover a conscientização de uma comunidade com um futuro compartilhado, ressaltar o papel central desempenhado pela ONU, fortalecer a capacitação nos países em desenvolvimento, seguir o princípio de abordar tanto sintomas como causas de raiz, e combater novas ameaças e ideologias terroristas, disse Wu.

O seminário foi organizado pelos Institutos de Relações Internacionais Contemporâneas da China e pelos Institutos de Estudos Internacionais da China.

Autoridades, chefes de agências antiterrorismo, especialistas e estudiosos de 17 países, incluindo Rússia, Estados Unidos, Reino Unido, França, Paquistão e Afeganistão participaram da conferência por videoconferência. Fim

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