China manifesta oposição a comentários maliciosos do Japão, UE

2022-05-14 15:23:04丨portuguese.xinhuanet.com

Beijing, 14 mai (Xinhua) -- A China expressou nesta sexta-feira firme oposição às recentes observações e interferências nos assuntos internos da China pelo Japão e pela União Europeia (UE), instando-os a abandonar a mentalidade do jogo de soma zero.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Zhao Lijian, fez as observações em uma coletiva de imprensa diária em resposta a uma pergunta sobre uma declaração conjunta emitida pelo Japão e pela UE em uma cúpula na quinta-feira, que expressou "preocupações" sobre a situação das Ilhas Diaoyu, Mar do Leste da China, Mar do Sul da China e Estreito de Taiwan, bem como as chamadas questões de direitos humanos em Hong Kong e Xinjiang.

O Japão e a UE levantaram questões relacionadas à China, fizeram comentários difamatórios contra a China, interferiram nos assuntos internos da China e instigaram o confronto regional, disse Zhao. "A China se opõe firmemente a tal prática, e apresentou representação severa às partes relevantes."

Zhao disse que a Ilha Diaoyu e suas ilhas afiliadas sempre têm sido uma parte inerente ao território chinês, acrescentando que não importa o que seja dito ou feito, o fato de que as ilhas pertencem à China jamais poderá ser alterado .

Em relação às questões marítimas, Zhao disse que a China salvaguardará firmemente sua soberania territorial e direitos e interesses marítimos e, ao mesmo tempo, está pronta para resolver diferenças com os países relevantes por meio de consultas.

Quanto às questões relacionadas a Taiwan, Hong Kong e Xinjiang, Zhao disse que todos eles são assuntos internos da China e que não toleram nenhuma força externa. "Pedimos aos países relevantes que se concentrem em colocar sua própria casa em ordem."

O desenvolvimento da China significa oportunidades importantes para o mundo, disse Zhao, citando fatos de que a economia da China contribuiu com 30% para o crescimento econômico mundial, e as conquistas da China na resposta à COVID-19 ajudaram a estabilizar a cadeia de suprimentos global. A Iniciativa do Citurão e Rota beneficiou mais de 180 países e organizações internacionais.

"A chamada teoria da ameaça da China faliu diante dos fatos", disse Zhao.

Observando que o mundo precisa de unidade e cooperação mais do que nunca diante de desafios como o ressurgimento da COVID-19 e a fraca recuperação econômica, Zhao instou o Japão e a UE a abandonarem a busca por um confronto ideológico e a mentalidade de jogo de soma zero, para praticar o multilateralismo real e injetar energia mais positiva no mundo. Fim

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