Novo estudo mostra que expectativa de vida nos EUA varia entre grupos raciais e étnicos

Pedestres caminham em frente a um noticiário da Times Square em Nova York, Estados Unidos, no dia 12 de maio de 2022. (Foto por Michael Nagle/Xinhua)
Los Angeles, 20 jun (Xinhua) -- A expectativa de vida geral nos Estados Unidos aumentou 2,3 anos de 2000 a 2019, mas variou significativamente entre grupos raciais e étnicos, de acordo com um novo estudo financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA (NIH, na sigla em inglês).
O estudo examinou as tendências na expectativa de vida em nível de condado nos Estados Unidos.
Na maioria dos municípios, a expectativa de vida da população negra aumentou mais do que qualquer outro grupo racial e étnico. Mas, no geral, a população negra ainda tem uma expectativa de vida menor do que a população branca, de acordo com o estudo.
O estudo mencionou que a diminuição da diferença de expectativa de vida entre brancos e negros pode ser atribuída à estagnação e reversão dos ganhos da população branca.
Além disso, as populações de índios americanos e nativos do Alasca têm a menor expectativa de vida de todas as populações e tiveram uma redução na maioria dos municípios, com uma lacuna de mais de 21 anos em alguns municípios, de acordo com o estudo.
"Os novos detalhes deste estudo nos dão a oportunidade de avaliar o impacto dos determinantes sociais e estruturais nos resultados de saúde de maneiras sem precedentes", disse Eliseo J. Perez-Stable, coautor e diretor do Instituto Nacional de Saúde de Minorias e Disparidades de Saúde, parte do NIH.
"Isso, por sua vez, nos permite identificar melhor as intervenções responsivas e duradouras para as comunidades locais", observou ele.
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