(Multimídia) Enfoque: China tem declínio dos casos críticos após picos da COVID-19 passarem-Xinhua

(Multimídia) Enfoque: China tem declínio dos casos críticos após picos da COVID-19 passarem

2023-01-15 18:34:15丨portuguese.xinhuanet.com

O médico Sun Qingliang prepara remédios para visitas domiciliares em uma clínica rural no povoado de Wangdadiao, distrito de Fengnan na cidade de Tangshan, Província de Hebei, no norte da China, em 11 de janeiro de 2023. (Xinhua/Mu Yu)

   Beijing, 15 jan (Xinhua) -- A China relatou um declínio no número de pacientes com febre e casos críticos da COVID-19 em todo o país, uma vez que ambos os picos passaram menos de um mês depois que o país otimizou sua resposta antiepidêmica no início de dezembro.

   As autoridades de saúde do país relataram 59.938 mortes relacionadas à COVID em hospitais entre 8 de dezembro de 2022 e 12 de janeiro de 2023.

   "O número de casos críticos em hospitais atingiu o pico em 5 de janeiro, totalizando 128 mil no dia", disse Jiao Yahui, chefe do Departamento de Administração Médica da Comissão Nacional de Saúde, em uma entrevista coletiva realizada pelo mecanismo conjunto de prevenção e controle do Conselho de Estado contra a COVID-19 no sábado.

   O número então começou a cair com flutuações, caindo para 105 mil em 12 de janeiro, disse Jiao.

   "Atualmente, 75,3% dos leitos para casos graves estão sendo usados", informou Jiao, acrescentando que o número total de leitos de terapia intensiva é suficiente para atender à necessidade de tratamento.

    PICOS PASSARAM

   De acordo com Jiao, o número de pessoas que procuram tratamento em clínicas de febre atingiu o pico em 23 de dezembro de 2022 em cerca de 2,87 milhões, e desde então o número está em declínio contínuo.

   O número de pacientes com febre caiu para 477 mil em 12 de janeiro, uma queda de 83,3% em relação ao pico diário.

   Duas semanas após o pico de pacientes com febre, o número de casos críticos em hospitais atingiu seu pico, revelou.

   A taxa de detecção da COVID-19 nas clínicas de febre também continua diminuindo, chegando a 33,9% em 20 de dezembro de 2022. O número caiu para 10,8% em 12 de janeiro, acrescentou.

   A proporção de testes positivos para COVID-19 entre todos os pacientes ambulatoriais hospitalares atingiu um pico de 5,7% em 19 de dezembro de 2022 e, desde então, continuou caindo para 0,9% em 12 de janeiro, disse Jiao.

   As pessoas que procuram tratamento em ambulatórios gerais totalizaram quase 9,14 milhões em 12 de janeiro, basicamente retornando ao nível pré-epidêmico, destacou.

   Os serviços médicos regulares nos hospitais estão se recuperando gradualmente, disse.

    PROTEGER OS VULNERÁVEIS

   De acordo com a coletiva de imprensa, a maioria dos casos críticos e mortes relacionadas à COVID são de idosos, a maioria dos quais com problemas subjacentes.

   A idade média no momento da morte foi de 80,3 anos, disse Jiao, acrescentando que mais de 90% das mortes envolveram problemas subjacentes, incluindo doenças cardiovasculares, tumores avançados, doenças cerebrovasculares, doenças respiratórias, doenças metabólicas e insuficiência renal.

   A idade média dos pacientes com casos graves é de 75,5 anos, disse Jiao, acrescentando que dos casos graves nos hospitais em 12 de janeiro, 92,8% têm problemas subjacentes graves complicados com a infecção por COVID-19.

   Na próxima etapa, serão feitos esforços no monitoramento de saúde e serviços de encaminhamento para idosos, gestantes, crianças e pacientes com problemas subjacentes, disse Mi Feng, porta-voz da comissão, na coletiva de imprensa.

   Mi pediu para garantir um bom canal para a transferência de casos críticos, tratando pacientes com medicina chinesa e ocidental integrada e aumentando ainda mais a vacinação entre os idosos.

   Ele também destacou o aumento da capacidade dos serviços médicos nas áreas rurais.

 

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