Convidados estrangeiros se reúnem no leste da China para diálogo sobre direitos humanos-Xinhua

Convidados estrangeiros se reúnem no leste da China para diálogo sobre direitos humanos

2024-12-10 19:41:15丨portuguese.xinhuanet.com

Hangzhou, 10 dez (Xinhua) -- Altos funcionários de quase 50 países e regiões, especialistas e funcionários da ONU se reuniram nesta segunda-feira em um diálogo realizado em Hangzhou, Província de Zhejiang, no leste da China, para discutir maneiras de fortalecer a efetivação dos direitos humanos.

Os participantes do Diálogo Hernán Santa Cruz sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (DESC), realizado conjuntamente pelo Ministério das Relações Exteriores da China e pelo Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH, sigla em inglês), elogiaram a China por seus esforços em apoiar consistentemente a causa internacional dos direitos humanos.

"Os direitos humanos podem orientar os países a investir em políticas que construam confiança, evitem tensões e tornem as sociedades mais resilientes", disse o alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Turk, em um discurso em vídeo.

Embora tenha havido um progresso significativo nos aspectos normativos e operacionais dos direitos humanos em geral, menos atenção tem sido dada à operacionalização dos direitos econômicos, sociais e culturais e ao direito ao desenvolvimento, disse Pradeep Wagle, chefe da Seção de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais do ACNUDH.

Convidados estrangeiros também participaram de um workshop e visitaram Beijing e Zhejiang de 2 a 8 de dezembro para se inteirar sobre o progresso dos direitos humanos na China.

Depois de visitar Fengqiao, uma vila em Zhejiang, que ganhou fama por sua governança social em nível comunitário na década de 1960, Natnael Yebio Werke, oficial sênior de direitos humanos e assuntos humanitários do Ministério das Relações Exteriores da Eritreia, disse: "Ouvi falar desse modelo e tenho aprendido com a sabedoria de governança da China. No meu país, também levamos isso para o nosso próprio sistema."

Relembrando sua visita à China no ano passado para comemorar o 75º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, Werke disse que era impressionante e encorajador ver que a China não estava apenas assumindo a liderança na promoção dos direitos econômicos, sociais e culturais para seu povo, mas também inspirando os países do Sul Global a avançarem nesse sentido.

"Por meio deste workshop, aprendi sobre os esforços significativos da China na promoção e proteção dos DESC e seu notável sucesso na redução da pobreza e reformas econômicas", disse T Kham Seng, diretora do Departamento de Organizações Internacionais e Economia do Ministério das Relações Exteriores de Mianmar.

Ela acrescentou que a filosofia chinesa sobre equidade social e melhoria coletiva também prioriza o desenvolvimento centrado nas pessoas que garante que todos os cidadãos se beneficiem do crescimento econômico.

Observando que os direitos econômicos, sociais e culturais estão interligados, Mohamed Brahim, secretário-geral da Comissão Nacional de Direitos Humanos da Mauritânia, disse que a ênfase equânime da China em todos os três aspetos demonstra seu compromisso em melhorar a felicidade e os padrões de vida das pessoas. "E esse é o direito humano supremo", disse ele, na esperança de saber mais sobre a experiência da China em alcançar sistematicamente altos níveis de desenvolvimento. 

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