Destaque: China apresenta criações artísticas dinâmicas e diversas em Edimburgo-Xinhua

Destaque: China apresenta criações artísticas dinâmicas e diversas em Edimburgo

2025-08-15 11:30:23丨portuguese.xinhuanet.com

Uma dançarina se apresenta em uma rua no Festival Fringe de Edimburgo, em Edimburgo, Reino Unido, em 11 de agosto de 2025. Criado em 1947, o Festival Fringe de Edimburgo se tornou o maior festival de artes do mundo, transformando a capital escocesa em um enorme palco todo mês de agosto, durante três semanas. Milhares de artistas do mundo inteiro apresentam peças de teatro, dança, comédia, música, circo e trabalhos experimentais, atraindo milhões de visitantes e profissionais da indústria anualmente. (Xinhua/Zheng Bofei)

Edimburgo, 12 ago (Xinhua) -- Na tarde de segunda-feira, The Pure Blue, uma dança dramática com temática marinha da Faculdade de Dança da Academia de Teatro de Shanghai, foi apresentada no palco C ARTS, lotado de público, em Edimburgo. Inspirada na "Dança do Peixe" dos grupos étnicos Dai, a obra combinou narrativas ambientais com tradições artísticas chinesas.

"O uso de tecido para criar ondas e plásticos foi sutil, mas poderoso", disse Aidan Feldman, dançarino radicado em Nova York que se apresentou no Festival Fringe de Edimburgo pela primeira vez.

Criado em 1947, o Festival Fringe de Edimburgo se tornou o maior festival de artes do mundo, transformando a capital escocesa em um enorme palco todo mês de agosto, durante três semanas. Milhares de artistas do mundo inteiro apresentam peças de teatro, dança, comédia, música, circo e trabalhos experimentais, atraindo milhões de visitantes e profissionais da indústria anualmente.

Com este cenário vibrante de gaitas de fole, ruas de paralelepípedos e locais lotados, os festivais de Edimburgo deste ano receberam uma programação diversificada de teatro, dança, música, drama infantil e obras multimídia chinesas sob a bandeira Foco na China.

De 30 de julho a 25 de agosto, o Foco na China, em sua quinta edição, trouxe nove produções chinesas originais para a capital escocesa, em uma animada demonstração de intercâmbio cultural.

A programação deste ano abrange desde "Ecos", uma peça teatral que explora a lenda dos Sete Sábios do Bosque de Bambu, até "O Sonho de Zhuangzi", que entrelaça filosofia, patrimônio imaterial e teatro experimental.

Outras obras incluem "Inspirado pelo Vento do Leste", que fundiu dança de rua com estética clássica chinesa, um concerto de música folclórica contemporânea "Um Panorama de Hunan" e produções de dança aprimoradas por IA, como Personalidades 4.0.

Tang Yingqi, vice-presidente do Centro para o Festival Internacional de Artes de Shanghai da China, afirmou que o programa é "uma apresentação concentrada de como jovens artistas chineses unem inovação e tradição", observando que algumas apresentações esgotaram imediatamente quando começou a venda dos ingressos.

"Esta plataforma ajuda nossos artistas a entender o que repercute no público internacional, isso aprimora sua direção criativa", disse ela.

"Não estamos apenas trazendo arte. Também trazemos um convite para aprimorar o diálogo com o resto do mundo", observou ela.

O cônsul-geral da China em Edimburgo, Zhang Biao, descreveu o Foco na China como "uma importante vitrine para a exposição da arte contemporânea chinesa" e pediu um intercâmbio mais forte entre os dois países.

Zheng Hao, funcionário do Escritório de Intercâmbios e Cooperação Internacional do Ministério da Cultura e Turismo, comparou o intercâmbio cultural a "uma ponte que promove o entendimento, remove barreiras e gera consenso".

Destacando a cooperação de uma década entre o Reino Unido e a China nas áreas de cinema, televisão, jogos, música, publicações, museus e artes cênicas, Neil Semple, vice-chefe da Indústria Criativa do Departamento de Negócios e Comércio do Reino Unido, afirmou: "Precisamos encontrar pontos em comum e temas universais para a colaboração".

O diretor criativo do Festival Internacional de Edimburgo, Roy Luxford, que participou do Festival Internacional de Artes de Shanghai, observou uma crescente mudança nas apresentações chinesas em direção a formas de arte contemporâneas e diversas.

"Em um mundo tão complexo, buscamos em nossos artistas novas perspectivas", observou ele.

A vice-presidente-executiva da Sociedade do Festival Fringe de Edimburgo, Lyndsey Jackson, também confirmou que "os artistas chineses trazem trabalhos inovadores e cheios de histórias que o mundo precisa ouvir".

Um artista se apresenta em uma rua no Festival Fringe de Edimburgo, em Edimburgo, Reino Unido, em 11 de agosto de 2025. Criado em 1947, o Festival Fringe de Edimburgo se tornou o maior festival de artes do mundo, transformando a capital escocesa em um enorme palco todo mês de agosto, durante três semanas. Milhares de artistas do mundo inteiro apresentam peças de teatro, dança, comédia, música, circo e trabalhos experimentais, atraindo milhões de visitantes e profissionais da indústria anualmente. (Xinhua/Zheng Bofei)

Um músico se apresenta em uma rua no Festival Fringe de Edimburgo, em Edimburgo, Reino Unido, em 11 de agosto de 2025. Criado em 1947, o Festival Fringe de Edimburgo se tornou o maior festival de artes do mundo, transformando a capital escocesa em um enorme palco todo mês de agosto, durante três semanas. Milhares de artistas do mundo inteiro apresentam peças de teatro, dança, comédia, música, circo e trabalhos experimentais, atraindo milhões de visitantes e profissionais da indústria anualmente. (Xinhua/Zheng Bofei)

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