China pede que Japão lide adequadamente com questão do recrutamento forçado de "mulheres de conforto"-Xinhua

China pede que Japão lide adequadamente com questão do recrutamento forçado de "mulheres de conforto"

2026-03-11 19:01:45丨portuguese.xinhuanet.com

Beijing, 11 mar (Xinhua) -- A China pede ao Japão que faça uma reflexão profunda sobre sua história de agressão e lide adequadamente com as questões deixadas pelo passado, incluindo o recrutamento forçado de "mulheres de conforto", com uma atitude honesta e responsável, disse nesta quarta-feira Guo Jiakun, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores.

O porta-voz fez essas declarações em uma coletiva de imprensa diária, em resposta a uma pergunta sobre relatos de que especialistas do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas expressaram grave preocupação com a negação, por parte do Japão, do direito à verdade, à justiça e à reparação das sobreviventes das "mulheres de conforto", e pediram ao Japão que apresentasse desculpas e concedesse uma indenização integral, além de preservar relatos históricos relevantes nos livros didáticos.

Guo observou que o recrutamento forçado de "mulheres de conforto" é um crime grave cometido pelo militarismo japonês, que violou severamente os direitos das vítimas. Ele acrescentou que as provas são irrefutáveis e inegáveis.

O mecanismo de direitos humanos da ONU fez uma declaração clara para expressar mais uma vez a condenação e a indignação pelos crimes militaristas japoneses e demonstrar o compromisso internacional com a defesa da justiça e da equidade, declarou Guo.

"Instamos o Japão a refletir profundamente sobre sua história de agressão e o sofrimento desastroso que seus crimes infligiram às vítimas, a ouvir e agir de acordo com as sugestões dadas pelos especialistas em direitos humanos e a lidar adequadamente com a questão das 'mulheres de conforto' e outras questões deixadas pela história com uma atitude honesta e responsável, a fim de ganhar a confiança de seus vizinhos asiáticos e da comunidade internacional com ações concretas", acrescentou Guo. 

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