Beijing, 11 mar (Xinhua) -- A Região Administrativa Especial de Macau (RAEM), na China, criou quatro laboratórios-chave estatais, abrangendo medicina tradicional chinesa, microeletrônica, Internet das Coisas para cidades inteligentes e ciências lunares e planetárias, informou uma conselheira política nacional nesta quarta-feira.
Contando com universidades e laboratórios-chave estatais, e por meio da participação em grandes projetos nacionais, Macau formou uma legião de jovens cientistas e atraiu um número crescente de pesquisadores líderes mundiais para a Grande Área da Baía Guangdong-Hong Kong-Macau, disse Chen Ji Min, vice-presidente do conselho da Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau, que está em Beijing para participar da quarta sessão do 14º Comitê Nacional da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês.
A RAEM tem enfatizado a pesquisa e a inovação tecnológica no ensino superior desde seu retorno à pátria em 1999, disse Chen a jornalistas à margem da sessão.
Durante este período, o número de estudantes matriculados nas universidades de Macau aumentou de 8 mil para mais de 62 mil, enquanto o número de pesquisadores universitários passou de 13 para 1.773, um aumento de 136 vezes. Mais de 9 mil estudantes de graduação e pós-graduação estão se formando em ciência e tecnologia, disse Chen.
"Macau está se transformando em um centro internacional para os melhores talentos, reunindo expertise global e conectando a inovação colaborativa nacional e internacional", acrescentou ela.

