Seminário destaca experiência chinesa na redução da pobreza-Xinhua

Seminário destaca experiência chinesa na redução da pobreza

2026-07-14 13:59:30丨portuguese.xinhuanet.com

Yinchuan, 14 jul (Xinhua) -- Mais de 120 representantes de partidos políticos, missões diplomáticas, think tanks e veículos de comunicação de mais de 50 países participaram, na semana passada, de um seminário internacional sobre a experiência chinesa na redução da pobreza.

Realizado em 9 de julho em Yinchuan, capital da Região Autônoma da Etnia Hui de Ningxia, no noroeste da China, o encontro teve como tema "Rumo à modernização: inspirações da teoria e da prática chinesas de redução da pobreza".

Durante o seminário, participantes estrangeiros conheceram iniciativas adotadas em Ningxia nas áreas de geração de emprego, reassentamento, educação e desenvolvimento rural.

Liu Li, moradora de Minning, contou que antes vivia da agricultura. A expansão da indústria vinícola na região trouxe novas oportunidades de trabalho e uma fonte de renda mais estável.

Liu Kerui disse que sua família deixou uma aldeia com condições precárias e foi reassentada em uma comunidade com melhor infraestrutura, transporte mais acessível e escolas e serviços de saúde mais próximos.

Wu Juan lembrou que, durante a infância, passou a estudar em escolas recém-construídas perto de casa, sem pagar taxas escolares nem livros didáticos. Depois de concluir os estudos, retornou à região como professora de inglês.

A cooperação entre Fujian, província no sudeste da China, e Ningxia também foi mencionada. Li Huiqin, integrante da 14ª equipe enviada por Fujian à região, disse que, ao longo de 30 anos, mais de 250 funcionários participaram de 14 missões, levando recursos de diferentes áreas para apoiar o desenvolvimento local.

Entre os participantes estrangeiros, Mohamed Ouzzine, secretário-geral do Movimento Popular e vice-presidente da Câmara dos Representantes do Marrocos, afirmou que a retirada de quase 800 milhões de chineses da pobreza representa uma importante contribuição para o desenvolvimento humano.

Mabel Chinomona, membro do Birô Político e secretária para Assuntos da Mulher da União Nacional Africana do Zimbábue-Frente Patriótica, além de presidente do Senado do Zimbábue, destacou que a redução duradoura da pobreza exige capacitação profissional, aplicação de tecnologias e desenvolvimento de atividades produtivas.

Segundo Chinomona, o Zimbábue pretende estudar as experiências chinesas e adaptá-las às condições do próprio país.

Um funcionário do Departamento Internacional do Comitê Central do Partido Comunista da China afirmou que 2025 marcou o fim do período de transição de cinco anos após a conclusão da campanha de erradicação da pobreza e que, em 2026, o país entrou em uma nova etapa de assistência regular.

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