(Multimídia) Vendas no varejo de bens e serviços da China aumentam 2,7% no 1º semestre de 2026-Xinhua

(Multimídia) Vendas no varejo de bens e serviços da China aumentam 2,7% no 1º semestre de 2026

2026-07-15 19:34:15丨portuguese.xinhuanet.com
Consumidores finalizam a compra no caixa de um supermercado em Yangzhou, na Província de Jiangsu, no leste da China, em 9 de julho de 2026. (Ren Fei/Xinhua)

   Beijing, 15 jul (Xinhua) -- As vendas totais no varejo de bens e serviços da China, um importante indicador da força do consumo do país, aumentaram 2,7% em termos anuais durante o primeiro semestre de 2026, mostraram dados oficiais publicados na quarta-feira.

   Neste período, as vendas no varejo de serviços aumentaram anualmente 5,3%, e as de bens aumentaram 1,1%, segundo dados divulgados pelo Departamento Nacional de Estatísticas (DNE).

   "À medida que os padrões de vida melhoram, o consumo de serviços tornou-se cada vez mais uma área-chave para desbloquear o potencial de consumo", disse Mao Shengyong, vice-chefe do DNE, à mídia.

   Em termos de consumo de serviços, as categorias de serviços de comunicação e informação, serviços de consultoria turística e locação e serviços culturais, esportivos e de lazer registraram um rápido crescimento, revelaram os dados do DNE.

   No primeiro semestre deste ano, as vendas totais no varejo de bens de consumo, que incluem as vendas de bens de consumo físicos mais a receita gerada pelos serviços de catering, atingiram 24,87 trilhões de yuans (US$ 3,66 trilhões), um aumento anual de 1,3%, segundo os dados.

   As vendas no varejo de bens de consumo nas áreas urbanas aumentaram 1,2%, enquanto as nas áreas rurais aumentaram 2,5%, de acordo com os dados.

   Destacando uma atualização no consumo, Mao disse que no primeiro semestre do ano, o consumo digital e o consumo verde aceleraram à medida que as pessoas se voltaram para produtos inteligentes e verdes. Em junho, a taxa de penetração no varejo de veículos de nova energia chegou a 62,8%, permanecendo acima de 60% pelo terceiro mês consecutivo.

   O turismo de entrada contribuiu para o consumo devido a políticas otimizadas de trânsito isento de visto e medidas para aprimorar o reembolso do imposto de partida e os serviços de pagamento para visitantes do exterior, observou Mao. No primeiro semestre do ano, aproximadamente 17,82 milhões de estrangeiros entraram na China sob arranjos de isenção de visto, um aumento de 30,6% ano a ano.

   "Na próxima etapa, as condições são favoráveis para expandir e atualizar o consumo", disse a autoridade, apontando para um vasto mercado de consumo que abriga 1,4 bilhão de pessoas, a crescente demanda das pessoas por bens e serviços de alta qualidade, como lazer, cultura e entretenimento, e políticas pró-consumo.

   De acordo com um plano do governo para expandir o consumo durante o período do 15º Plano Quinquenal (2026-2030), a China se esforçará para aumentar as vendas totais no varejo de bens de consumo para cerca de 60 trilhões de yuans até 2030, à medida que busca fortalecer ainda mais o papel do consumo para impulsionar o crescimento econômico.

   Esforços devem ser envidados para reforçar a disposição e a habilidade dos residentes de consumir e para melhorar o ambiente de consumo, fazendo melhor uso do potencial de consumo do mercado supergrande da China, disse Mao.

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