Beijing, 21 jul (Xinhua) -- A China apresentou representação severa ao embaixador das Filipinas em relação às provocações e ataques contra agentes de aplicação da lei da Guarda Costeira da China (GCC) em Ren'ai Jiao, informou o Ministério das Relações Exteriores da China nesta terça-feira, acrescentando que a China está firmemente determinada em salvaguardar sua soberania territorial e seus direitos e interesses marítimos.
O porta-voz Lin Jian fez as declarações em uma coletiva de imprensa diária em resposta a uma pergunta sobre o assunto, instando as Filipinas a parar de criar problemas e fazer propaganda infundada.
Segundo o porta-voz, em 20 de julho, dois barcos de uma embarcação filipina encalhada se aproximaram de um barco de patrulha da GCC de maneira perigosa e o abalroaram, e a parte filipina atacou violentamente os agentes de aplicação da lei chineses.
Após o incidente, as Filipinas distorceram os fatos, acusaram falsamente o lado chinês e espalharam desinformação. A China deplora fortemente e rejeita firmemente as ações das Filipinas, disse Lin.
Ele enfatizou que Ren'ai Jiao, como parte de Nansha Qundao, é território da China. É bem conhecido que, em 9 de maio de 1999, as Filipinas encalharam ilegalmente um navio de guerra ali, alegando que estava "encalhado". A China solicitou várias vezes ao lado filipino que rebocasse o navio de guerra, e as Filipinas prometeram várias vezes à China que ele seria removido. Mas 27 anos se passaram e o compromisso permanece não cumprido.
"Exortamos a parte filipina a cumprir sinceramente seus compromissos, a interromper imediatamente provocações no mar e a disseminação de desinformação, e a controlar seu pessoal no local. Caso contrário, todas as consequências disso deverão ser suportadas pelo lado filipino", acrescentou Lin.

