China se opõe à repressão dos EUA contra empresas chinesas sob pretexto da chamada "prevenção do trabalho forçado"-Xinhua

China se opõe à repressão dos EUA contra empresas chinesas sob pretexto da chamada "prevenção do trabalho forçado"

2026-08-01 16:30:00丨portuguese.xinhuanet.com

Beijing, 1º ago (Xinhua) -- O Ministério do Comércio da China expressou, neste sábado, forte condenação e oposição resoluta ao recente anúncio dos Estados Unidos de incluir mais de 40 entidades chinesas na chamada "Lista de Entidades da Lei de Prevenção do Trabalho Forçado Uigur".

As ações dos EUA carecem de fundamento factual, pois o país continua a abusar dos pretextos dos chamados "direitos humanos" e "trabalho forçado" para impor sanções unilaterais a empresas chinesas de acordo com suas leis internas, apontou um porta-voz do ministério, acrescentando que tal medida constitui uma típica forma de coerção econômica.

As medidas dos EUA prejudicaram gravemente os direitos e interesses legítimos das empresas chinesas envolvidas e perturbaram severamente a estabilidade das cadeias industriais e de suprimentos globais, disse o porta-voz.

O porta-voz destacou especificamente que, em 30 de julho, os principais funcionários econômicos e comerciais da China e dos EUA realizaram uma videoconferência, durante a qual as duas partes mantiveram conversas francas, aprofundadas e construtivas sobre a manutenção da estabilidade das relações econômicas e comerciais bilaterais

No entanto, apenas um dia depois, os EUA introduziram essas medidas maliciosas que prejudicam os interesses da China, afastando-se gravemente do consenso alcançado entre os dois chefes de Estado, acrescentou o porta-voz.

A China sempre se opôs ao trabalho forçado e, atualmente, Xinjiang desfruta de estabilidade social, prosperidade econômica e uma vida pacífica para sua população, sem qualquer forma do chamado "trabalho forçado", disse o porta-voz.

O porta-voz instou os EUA a cessarem imediatamente seus ataques e difamações contra Xinjiang, a pararem de manipular a questão do chamado "trabalho forçado" e a deixarem de reprimir arbitrariamente as empresas chinesas.

A China tomará as medidas necessárias para salvaguardar resolutamente os direitos e interesses legítimos de suas empresas, disse o porta-voz. 

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