Beijing, 6 ago (Xinhua) -- O Ministério do Comércio da China anunciou na quarta-feira o lançamento de uma investigação de segurança nacional sobre equipamentos de escritório importados com funções de impressão e cópia que estão equipados com software de sistema estrangeiro.
Informações preliminares indicam que tais equipamentos de escritório importados podem afetar os interesses de segurança nacional no comércio exterior, segundo a pasta em um anúncio.
Software de sistema estrangeiro refere-se a software de driver e software embarcado desenvolvidos, testados ou mantidos por indivíduos ou entidades estrangeiras, de acordo com o anúncio.
A investigação examinará a importação dos produtos sob investigação; o impacto dos produtos, tecnologias ou serviços importados nos interesses de segurança nacional; a demanda doméstica nos setores relevantes e o nível da dependência de bens, tecnologias ou serviços estrangeiros; o status de desenvolvimento das indústrias domésticas relevantes e o impacto das importações nelas; e a capacidade e o nível dessas indústrias para atender à demanda doméstica e servir aos interesses de segurança nacional.
Também examinará o impacto das políticas e medidas relevantes do governo estrangeiro sobre os interesses de segurança nacional da China, bem como quaisquer outros assuntos que afetem os interesses de segurança nacional no comércio exterior, notou o ministério.
A investigação pode ser conduzida por meio de questionários escritos, audiências, investigações no local ou investigações conduzidas por partes comissionadas. Com base nas constatações, o ministério elaborará um relatório de investigação ou fará uma determinação sobre o tratamento do caso, e publicará um anúncio.
A investigação deve ser concluída no prazo de 12 meses a contar da data do anúncio que a iniciou, embora o prazo possa ser prorrogado em circunstâncias especiais.
As partes interessadas podem entregar comentários escritos sobre questões relacionadas ao início da investigação e aos procedimentos de investigação no prazo de 30 dias após a publicação do anúncio, disse o ministério.

