
Visitantes na área de exposição do "Espaço da China" na Zona Azul da 17ª Sessão da Conferência das Partes (COP17) da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD, na sigla em inglês), em Ulan Bator, Mongólia, em 17 de agosto de 2026. A exposição temática "Espaço da China" estreou na segunda-feira, apresentando a experiência e as conquistas da China no combate à desertificação. (Xinhua/Bolortsetseg)
Ulan Bator, 17 ago (Xinhua) -- A exposição temática "Espaço da China" estreou na segunda-feira na Zona Azul da 17ª Sessão da Conferência das Partes (COP17) da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD, na sigla em inglês), em Ulan Bator, capital da Mongólia, destacando a experiência e as conquistas da China no combate à desertificação.
Realizada sob o tema geral da COP17, "Restaurando a Terra, Restaurando a Esperança", a exposição apresenta os esforços e as conquistas da China no combate à desertificação por meio de cinco capítulos distribuídos em três dimensões.
Capítulo 1: A Grande Muralha Verde – Fortalecendo a Barreira de Segurança Ecológica no Norte
Desde 1978, a China lançou uma série de grandes projetos ecológicos, incluindo o Programa da Floresta de Abrigo dos Três Nortes (TSFP, na sigla em inglês), amplamente reconhecido como o maior programa de florestamento do mundo. O TSFP foi lançado em 1978 e tem previsão de duração até 2050. Ele está sendo implementado em oito fases, e atualmente está na sexta fase.
Desde o início da implementação do TSFP, a cobertura de florestas e pastagens na área do projeto atingiu 40,76%, enquanto a taxa de recuperação de terras desertificadas alcançou 67,82%.
Capítulo 2: Conservação e Restauração de Pradarias – Revitalizando as Pastagens
Durante o período do 14º Plano Quinquenal, a China reabilitou e restaurou cerca de 15,33 milhões de hectares de pastagens degradadas.
Além disso, aproximadamente 80,66 milhões de hectares de pastagens foram restaurados por meio de medidas como a proibição do pastoreio e o cercamento de áreas, beneficiando cerca de 12 milhões de agricultores e pastores.
Capítulo 3: Cooperação Internacional – Construindo uma Comunidade Verde com Futuro Compartilhado
Defendendo o conceito de uma comunidade de vida na Terra, a China estabeleceu plataformas de cooperação no combate à desertificação com países árabes, a Mongólia e outros países da Ásia Central. Também apoiou os países da Iniciativa Cinturão e Rota em seus esforços de combate à desertificação, compartilhando a experiência e as soluções chinesas para a governança ecológica global.
Capítulo 4: Prevenção e Controle Científicos – Combinando Conhecimento e Tecnologia para Aumentar a Eficiência da Governança
A China adota uma abordagem integrada para a proteção e a gestão sistemática de montanhas, rios, florestas, terras agrícolas, lagos, pastagens e desertos. O país adapta medidas às condições locais, prioriza abordagens de restauração ecológica com eficiência hídrica e implementa tratamentos específicos para diferentes áreas.
Em termos de avanço tecnológico, a taxa de utilização de sementes de alta qualidade ultrapassou 75%, enquanto a taxa de mecanização das operações de controle da areia alcançou 50%. A aplicação de novos equipamentos mais do que triplicou a eficiência das operações de controle de areia.
Capítulo 5: Desenvolvimento Coordenado de Indústrias Ecológicas – Alcançando a Prosperidade Verde em Conjunto
A China desenvolveu indústrias ecológicas e iniciativas de ecoturismo adaptadas às condições locais, promovendo o desenvolvimento integrado da proteção ecológica, do crescimento industrial e da melhoria das condições de vida da população. Esses esforços ajudaram a transformar áreas desérticas e arenosas em "lares verdes", permitindo que as comunidades locais aumentassem suas rendas e alcançassem maior prosperidade.
A China registrou uma redução contínua nas áreas afetadas pela desertificação e pela salinização do solo, tornando-se o primeiro país do mundo a alcançar o "crescimento zero" na degradação da terra. Cerca de 53% das terras salinizadas passíveis de tratamento foram efetivamente recuperadas, consolidando a China como líder global em restauração ecológica.
Durante a COP17, que vai até 28 de agosto, o "Espaço da China" também sediará uma série de eventos paralelos temáticos para facilitar o intercâmbio de ideias, tecnologias e práticas de combate à desertificação.

Visitantes na área de exposição do "Espaço da China" na Zona Azul da 17ª Sessão da Conferência das Partes (COP17) da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD, na sigla em inglês), em Ulan Bator, Mongólia, em 17 de agosto de 2026. A exposição temática "Espaço da China" estreou na segunda-feira, apresentando a experiência e as conquistas da China no combate à desertificação. (Xinhua/Bolortsetseg)

Itens em exposição na área do "Espaço da China" na Zona Azul da 17ª Sessão da Conferência das Partes (COP17) da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD, na sigla em inglês), em Ulan Bator, Mongólia, em 17 de agosto de 2026. A exposição temática "Espaço da China" estreou na segunda-feira, apresentando a experiência e as conquistas da China no combate à desertificação. (Xinhua/Bolortsetseg)

Um funcionário conversa com uma visitante na área de exposição do "Espaço da China" na Zona Azul da 17ª Sessão da Conferência das Partes (COP17) da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD, na sigla em inglês), em Ulan Bator, Mongólia, em 17 de agosto de 2026. A exposição temática "Espaço da China" estreou na segunda-feira, apresentando a experiência e as conquistas da China no combate à desertificação. (Xinhua/Bolortsetseg)










