
Uma funcionária projeta dispositivos de apoio para crianças pacientes em um centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência em Ulan Bator, Mongólia, em 1º de julho de 2026. Nos arredores a oeste de Ulan Bator, ao lado do tranquilo rio Tuul, ergue-se um edifício de arquitetura lúdica, com painéis multicoloridos e vibrantes. Este é o maior e mais bem equipado centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência da Mongólia, um marco humanitário financiado e construído pelo governo chinês. (Xinhua/Yao Qilin)
Ulan Bator, 20 ago (Xinhua) -- Nos arredores a oeste de Ulan Bator, ao lado do tranquilo rio Tuul, ergue-se um edifício de arquitetura lúdica, com painéis multicoloridos e vibrantes. Este é o maior e mais bem equipado centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência da Mongólia, um marco humanitário financiado e construído pelo governo chinês.
Desde que abriu suas portas em maio de 2019, a instalação ofereceu serviços de reabilitação, educação e aconselhamento psicológico a mais de 70.000 crianças com deficiência da Mongólia, transformando-se em um refúgio acolhedor que devolve a esperança a inúmeras famílias que enfrentam dificuldades.
Ocupando cerca de dois hectares, com uma área construída de quase 15.000 metros quadrados, o centro dispõe de 250 leitos de internação e é repleto de detalhes de design pensados especialmente para as crianças.
Paredes com pinturas lúdicas, áreas de descanso em estilo yurt, saguões amplos e naturalmente bem iluminados, além de instalações externas em formato de animais, suavizam a atmosfera clínica tradicional típica de instituições médicas. Crianças de toda a Mongólia recebem atendimento integrado no local, incluindo reabilitação física, intervenção para o autismo, fonoaudiologia e aconselhamento psicológico profissional.
Amarjargal Myangaa, diretora do centro e ex-neurologista, já visitou pequenas instalações de reabilitação infantil em muitos países. Ela falou abertamente sobre como é raro encontrar um complexo de reabilitação abrangente dessa magnitude.
"Há poucas instalações integradas de reabilitação pediátrica desse porte em todo o mundo", disse Amarjargal. "Somos profundamente gratos por a China ter reconhecido plenamente a enorme demanda reprimida da Mongólia por reabilitação infantil e por ter construído este centro totalmente funcional para nós".
A cada dia, gestos de solidariedade transfronteiriça e competência profissional se manifestam nas salas de terapia, contribuindo gradualmente para a recuperação física e emocional das crianças.
No ateliê de arteterapia, a experiente arteterapeuta Erdenesuren mostra desenhos feitos por uma menina de sete anos com paralisia cerebral. Em apenas uma semana, os trabalhos da criança evoluíram de traços tênues e abstratos para cenas vívidas e bem elaboradas, repletas de cores intensas, uma prova concreta de sua crescente capacidade de expressão. Um espaço de exposição dedicado, localizado no saguão principal, apresenta mensalmente uma seleção rotativa das obras de arte das crianças.
Na sala de terapia da fala e socialização, a instrutora de linguagem Solongo utiliza cartões ilustrados para conduzir as sessões de treinamento. Muitas crianças não verbais pronunciam suas primeiras palavras dentro dessas paredes.
Equipamentos de ponta e o suporte técnico contínuo da China transformaram a realidade de muitas famílias comuns da Mongólia.
Oyuntsetseg está sentada na ala de internação com seu neto, que participa de sua 23ª etapa de terapia de reabilitação. Quando o menino chegou ao centro no início de 2020, com paralisia cerebral, dependia de uma cadeira de rodas para se locomover. Após um treinamento consistente, ele agora caminha de forma independente.
O apoio da China não cessou após a conclusão da obra. Esse suporte contínuo e multifacetado continua impulsionando o desenvolvimento do centro.
No ano passado, a Embaixada da China na Mongólia doou um conjunto de equipamentos médicos e pedagógicos e inaugurou uma sala de treinamento de habilidades clínicas nas próprias instalações. A China Railway No. 4 Engineering Group Co., Ltd., empreiteira responsável pelo projeto, tem doado regularmente suprimentos e equipamentos ao centro ao longo dos anos.
Além disso, autoridades chinesas organizaram dois programas de intercâmbio e treinamento para a equipe médica do centro em um grande hospital pediátrico público na província de Hunan, na região central da China; Erdenesuren e Solongo estiveram entre os participantes, adquirindo valiosa experiência profissional.
"O investimento em pessoas é o mais valioso de todos, e o intercâmbio de profissionais é nossa forma mais preciosa de cooperação", disse Amarjargal.
Em abril, Amarjargal liderou uma delegação em uma visita técnica ao centro de reabilitação para crianças com deficiência da Mongólia Interior, onde ficou muito impressionada com os equipamentos inteligentes de reabilitação da China. Um sistema em particular chamou sua atenção: uma plataforma de análise de movimento baseada em IA que captura os movimentos corporais de crianças por meio de múltiplas câmeras e gera automaticamente programas de treinamento de reabilitação personalizados.
"Todos os anos, aguardamos com expectativa novos programas de intercâmbio", disse Amarjargal. "Esperamos visitar a China e estudar lá com mais frequência, e também recebemos com satisfação equipes de especialistas chineses na Mongólia para compartilhar conhecimentos conosco".

Uma professora conduz uma atividade de musicalização com crianças em um centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência em Ulan Bator, Mongólia, em 1º de julho de 2026. Nos arredores a oeste de Ulan Bator, ao lado do tranquilo rio Tuul, ergue-se um edifício de arquitetura lúdica, com painéis multicoloridos e vibrantes. Este é o maior e mais bem equipado centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência da Mongólia, um marco humanitário financiado e construído pelo governo chinês. (Xinhua/Yao Qilin)

Foto tirada em 1º de julho de 2026 mostra a vista externa de um centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência em Ulan Bator, Mongólia. Nos arredores a oeste de Ulan Bator, ao lado do tranquilo rio Tuul, ergue-se um edifício de arquitetura lúdica, com painéis multicoloridos e vibrantes. Este é o maior e mais bem equipado centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência da Mongólia, um marco humanitário financiado e construído pelo governo chinês. (Xinhua/Yao Qilin)

Uma mãe e seu filho caminham em um centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência em Ulan Bator, Mongólia, em 1º de julho de 2026. Nos arredores a oeste de Ulan Bator, ao lado do tranquilo rio Tuul, ergue-se um edifício de arquitetura lúdica, com painéis multicoloridos e vibrantes. Este é o maior e mais bem equipado centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência da Mongólia, um marco humanitário financiado e construído pelo governo chinês. (Xinhua/Yao Qilin)

Uma criança recebe treinamento cognitivo em um centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência em Ulan Bator, Mongólia, em 1º de julho de 2026. Nos arredores a oeste de Ulan Bator, ao lado do tranquilo rio Tuul, ergue-se um edifício de arquitetura lúdica, com painéis multicoloridos e vibrantes. Este é o maior e mais bem equipado centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência da Mongólia, um marco humanitário financiado e construído pelo governo chinês. (Xinhua/Yao Qilin)

Foto tirada por drone em 1º de julho de 2026 mostra a vista externa de um centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência em Ulan Bator, Mongólia. Nos arredores a oeste de Ulan Bator, ao lado do tranquilo rio Tuul, ergue-se um edifício de arquitetura lúdica, com painéis multicoloridos e vibrantes. Este é o maior e mais bem equipado centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência da Mongólia, um marco humanitário financiado e construído pelo governo chinês. (Xinhua/Yao Qilin)

Uma criança recebe treinamento cognitivo sob a orientação de uma professora em um centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência em Ulan Bator, Mongólia, em 1º de julho de 2026. Nos arredores a oeste de Ulan Bator, ao lado do tranquilo rio Tuul, ergue-se um edifício de arquitetura lúdica, com painéis multicoloridos e vibrantes. Este é o maior e mais bem equipado centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência da Mongólia, um marco humanitário financiado e construído pelo governo chinês. (Xinhua/Yao Qilin)

Uma criança realiza exercícios de reabilitação sob a orientação de um professor em um centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência em Ulan Bator, Mongólia, em 1º de julho de 2026. Nos arredores a oeste de Ulan Bator, ao lado do tranquilo rio Tuul, ergue-se um edifício de arquitetura lúdica, com painéis multicoloridos e vibrantes. Este é o maior e mais bem equipado centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência da Mongólia, um marco humanitário financiado e construído pelo governo chinês. (Xinhua/Yao Qilin)

Foto tirada em 1º de julho de 2026 mostra o saguão de recepção de um centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência em Ulan Bator, Mongólia. Nos arredores a oeste de Ulan Bator, ao lado do tranquilo rio Tuul, ergue-se um edifício de arquitetura lúdica, com painéis multicoloridos e vibrantes. Este é o maior e mais bem equipado centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência da Mongólia, um marco humanitário financiado e construído pelo governo chinês. (Xinhua/Yao Qilin)

Crianças recebem treinamento de reabilitação sob a orientação de professoras em um centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência em Ulan Bator, Mongólia, em 1º de julho de 2026. Nos arredores a oeste de Ulan Bator, ao lado do tranquilo rio Tuul, ergue-se um edifício de arquitetura lúdica, com painéis multicoloridos e vibrantes. Este é o maior e mais bem equipado centro de reabilitação e desenvolvimento para crianças com deficiência da Mongólia, um marco humanitário financiado e construído pelo governo chinês. (Xinhua/Yao Qilin)

