(Multimídia) Principais cidades chinesas relatam queda reduzida nos preços de imóveis residenciais em setembro-Xinhua

(Multimídia) Principais cidades chinesas relatam queda reduzida nos preços de imóveis residenciais em setembro

2026-10-19 18:35:30丨portuguese.xinhuanet.com
Foto mostra um local cultural em um complexo residencial renovado no distrito de Tongchuan, na cidade de Dazhou, da Província de Sichuan, no sudoeste da China, em 14 de julho de 2026. (Xinhua/Wang Xi)

   Beijing, 19 out (Xinhua) -- Grandes cidades chinesas continuaram a relatar quedas menores nos preços gerais de imóveis residenciais em setembro, segundo dados do Departamento Nacional de Estatísticas (DNE) nesta segunda-feira.

   Nas cidades de primeira linha, Beijing, Shanghai, Guangzhou e Shenzhen, os preços de moradias novas caíram 0,5% ano a ano, 0,4 ponto percentual a menos que no mês anterior, enquanto a queda nos preços de moradias usadas diminuiu de 2,7% para 1,5% em setembro.

   Quanto às cidades de segunda e terceira linha, as quedas de preços tanto de moradias novas quanto usadas se moderaram em comparação a agosto.

   Em termos mensais, os preços de casas e apartamentos em cidades de primeira linha aumentaram em setembro, enquanto as cidades de segunda e terceira linha geralmente registraram quedas menores.

   Entre as 70 cidades grandes e médias acompanhadas, 17 registraram aumento nos preços de moradias novas mês a mês em setembro, duas a mais que no mês anterior. Nove cidades viram aumento nos preços de moradias usadas, seis a mais que em agosto.

   O DNE divulga um relatório mensal de imóveis residenciais acompanhando as mudanças do mercado em 70 principais cidades, incluindo quatro cidades de primeira linha, 31 de segunda linha e 35 de terceira linha.

   Dados do DNE também revelaram que o investimento da China no desenvolvimento imobiliário caiu 20,6% anualmente nos três primeiros trimestres de 2026.

   "O mercado imobiliário está caminhando em uma direção positiva em geral", disse Mao Shengyong, porta-voz do DNE. Ele citou desenvolvimentos positivos nas transações imobiliárias, na redução dos estoques de imóveis e nos preços dos imóveis como sinais de melhora no setor.

   Segundo Mao, o número total de transações registradas online envolvendo imóveis residenciais novos e usados aumentou nos últimos meses. Nos primeiros nove meses de 2026, a área total dos imóveis usados vendidos por meio de contratos registrados cresceu 10,7% anualmente, com as transações de imóveis usados representando consistentemente mais de 50% do total das transações imobiliárias.

   Mao também destacou o progresso na redução do estoque imobiliário. No fim de setembro, a área total de imóveis recém-construídos disponíveis para venda em todo o país diminuiu 1,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto a área dos imóveis que estavam à venda há menos de três anos caiu 5%.

   Além disso, os preços dos imóveis residenciais comerciais recém-construídos nas cidades de primeiro nível subiram mensalmente pelo segundo mês consecutivo em setembro, enquanto os preços dos imóveis usados aumentaram pelo sétimo mês consecutivo.

   Analisando a economia de forma mais ampla, Mao afirmou que a economia chinesa manteve um desempenho estável nos três primeiros trimestres de 2026, com avanços cada vez mais evidentes em direção a um desenvolvimento impulsionado pela inovação e de maior qualidade.

   Ele acrescentou que os fatores positivos que sustentam o desempenho econômico estável e o desenvolvimento de alta qualidade continuaram a se consolidar, proporcionando uma base sólida para atingir a meta anual de crescimento econômico do país.

   A China tem como meta um crescimento econômico de 4,5% a 5% em 2026 e se esforçará para superar essa meta na prática, de acordo com o relatório de trabalho do governo deste ano.

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